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Introdução
Por que temos visto pelos noticiários que tantos
jovens estão matando entes da própria família? Seria tudo culpa
das drogas? Ou seria dos motivos que os levaram as drogas? Seria
liberdade demais? Pressão demais? Ou será que não lhes foi imposto
nenhum limite? Mas como impor limites? Como dizer aos filhos
que não devem se envolver com drogas, se isso já fez parte do
dia-a-dia dentro da escola?
Como evitar que assistam à violência, se ela é veiculada pela
televisão? Como ensiná-los a não praticar a violência, se ela
é estimulada até mesmo nos desenhos infantis? Como impedí-los
de ter contato com a promiscuidade, se a internet está dentro
dos lares, distribuindo farto material pornográfico e pedofílico?
Para os pais e educadores este é um momento difícil,
pois estamos num período de transição entre uma forma de educação
familiar em que para muitos pendurar calcinhas femininas no varal
não era correto e a realidade atual, em que qualquer comercial
de cerveja mostra mulheres seminuas. Tudo está acontecendo muito
rapidamente. Entre uma realidade e outra não houve tempo para
adaptação. Entre o modo como fomos educados e o modo como devemos
educar estamos nós, perdidos entre o limite do certo e errado.
O que é educação, valorização, formação, repressão,
limite? A única forma de encontrarmos o equilíbrio é voltarmos
para o indivíduo e para o meio em que ele vive. Identificando
a fragilidade de cada um, é possível descobrir uma forma de transformá-la
e, conseqüentemente, de fortalecer o núcleo familiar.
O programa de valorização e convivência da Casuloterapia
tem ajudado a estabelecer a harmonia no núcleo familiar.
Num sítio, convivendo em uma casa simples com
outras pessoas e assistido por profissionais, o indivíduo passa
por uma série de terapias. |
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